Comecei o/

Posted: 23/06/2012 by fokaa in à toa msm...

Galera estou postando ake o prologo do livro qe estou escrevendo, qem puder leia inteiro e comente se devo continuar ou nao huahuah.. vlls pessoal

so clicar no mais ali …

Prologo

 

 

Abri os olhos e vi que estava em um mundo novo. Minha Cabeça doía, quase não consegui levantar. Cambaleei apoiado em uma parede, sem saber pra onde. Tentei me lembrar como tinha ido parar ali, mas nada me vinha a mente.

Havia luz à frente, e era o que eu buscava. Minhas pernas estavam fracas, e eu ameaçava cair a cada passo. Que lugar era aquele? De alguma forma, eu sabia que era um novo mundo, mas não havia explicação. Continuei em direção à luz, meus olhos então se acostumando com a luz então corri meus últimos passos.

            Eu estava em um beco, entre dois prédios altos, feitos de pedra cinza. Uma brisa trouxe um cheiro forte de comida, e senti meu estomago se remexer. Logo, o ar encheu-se da fragrância de perfume misturado com o odor dos compostos alquímicos. Meus sentidos foram voltando aos poucos, o que notei em seguida foi a grande algazarra. Tanta gente conversando, mercadores oferecendo seus produtos, guardas ameaçando malfeitores, rapazes se declarando para belas raparigas. Ouvi gargalhadas e choro, e ri junto, fascinado pela variedade. Continuei Andando, sem saber aonde ia, deixando o beco para trás. Esbarrei em um homem vestido em mantos, que se apoiava em um cajado, com uma bela coruja em seu ombro. Estava acompanhado por um grandalhão de armadura prateada brilhante e uma linda guerreira vestida em peles, com um arco às costas.

 

            Olhei ao redor. Eu estava em um novo mundo, em uma nova cidade.

 

            O céu era muito azul, com poucas nuvens flutuando preguiçosas. A rua era feita de paralelepípedos, delimitada por casas e prédios, quase todos, oficinas, lojas ou tabernas de algum tipo. Havia pessoas por todo lado, e tive de me espremer por entre eles para continuar a explorar a cidade desconhecida. Fui desembocar em uma espécie de avenida maior e mais majestosa do que a rua em que seguia. Mais gente se esbarrando, enquanto um Bardo tocando sua lira, e um mago fazendo meros truques com o baralho para algumas crianças. Homens fardados, o que imagino ser a milícia de algum lugar, pois estavam com os olhares tão perdidos quanto os meus, enquanto um ladrão roubava uma bolsa logo ali perto. Os comerciantes continuavam a divulgar as suas mercadorias em sotaques mais variados possível, e alguns ate mesmo irreconhecível. Um barulho me fez virar a cabeça, e vi dois guardas montados em uma espécie de imensos golfinhos voadores, cortando os céus. Dei uma risada e tentei acompanha-los pelo chão. Eu estava em um lugar especial, sem duvida, pois nunca havia visto tais coisas.

            Corri como pude por entre a multidão, nas ruas movimentadas, tentando seguir os guardas aéreos. Foi quando cheguei ao fim da cidade. Os golfinhos voadores continuaram indo se encontrar com um bando que patrulhava os arredores. Fui ate a beira, e olhei para baixo. Eu estava em cima de uma cidade flutuante.

            Era uma espécie de gigantesco rochedo, sobre o qual fora construída uma magnífica metrópole, e ela cruzava os céus, muito acima do solo. No mundo la embaixo, no novo mundo que eu conhecia, vi rios imensos e serpenteastes.

 

            ¬ Recém chegado? – ouvi uma voz atrás de mim.

 

Virei-me e enxerguei um homem baixo e arredondado, com um enorme sorriso no rosto, fumando um charuto com expressão mais satisfeita que eu já vira. Não usava sapatos, e seus grandes pés eram cobertos por pelos castanhos – a mesma cor de seus longos cabelos, presos por uma fita, e de suas sobrancelhas avantajadas. Fique tão elétrico com a paisagem lá embaixo e a chegada do homenzinho que esqueci de responder.

 

¬ Perguntei se você é um recém chegado –  ele insistiu, sem perder o humor.

 

Gaguejei que sim

 

¬Bem Vindo a Vectoria, a cidade Voadora, meu amigo! – ele me estendeu a mão, apertando e balançando a minha com vontade. – Não me diga de onde você veio, eu posso adivinhar. Tollon? Callistia?

 

¬Não – eu disse – Não sei. Acho que vim de outro mundo.

 

¬ Ah, é claro – O sujeito deu um tapa na própria cara testa. – Eu devia saber. Essa cara de perdido só pode ter vindo de algum reino caipira.

 

¬ Onde estamos? – consegui dizer

 

Estamos em Arton, meu boquiaberto amigo. É nosso continente, é nosso mundo. Como você vai descobrir, é cheio de monstros, mortos vivos, e deuses malignos prontos para estragar o seu dia. Mas também repleto de tesouros, magia, bênçãos e belas raparigas.

 

¬ e essa cidade…?

 

¬ Vectora, a cidade Voadora, o mercado das nuvens. Cruzamos todo o continente e algumas dimensões vizinhas, fazendo negócios e conhecendo pessoas. Se quer conhecer Arton, não há lugar melhor!

 

¬ E essas pessoas? – consegui perguntar quase sem fala. – também são de Arton??

¬ Nem todas, são de outras cidades, vilarejos, continentes e ate mesmo outros planos. Como você disse que é seu nome mesmo??

 

Espantado olhei para ele ao deparar com essa pergunta que ate então não havia vindo a minha mente, alem de não saber de onde eu vinha também não sabia o meu próprio nome. E ele continuava a me analisar cada vez com mais curiosidade, ate que se ouviu um barulho alto vindo de meu estomago.

 

¬Você pode não saber quem é ou da onde veio, mas sua barriga sabe do que precisa, se não tem identidade, também não possui pecas de ouro correto??

 

Senti meu rosto queimar por realmente não saber nada sobre mim mesmo, mas acenei vergonhosamente com a cabeça que sim.

 

¬ então venha comigo meu caro amigo desconhecido, te pagarei o almoço.

 

Segui o baixinho por ruelas tão movimentadas quanto as quais eu já havia explorado, ate chegarmos em um grande prédio com a figura de um dragão destruindo uma cidade enquanto dançava com um saiote de bailarina, e tudo magicamente animado, e suas chamas escreviam o nome do local, “O Dragão dançarino”.

 

¬Bom meu caro amigo, se tem um lugar bom para se forrar o estomago, esse lugar é o Dragão dançarino, o melhor lugar de Vectoria, e também o mais limpo.

 

Eu continuava boquiaberto com o tamanho do prédio, quando ouvi uma tremenda explosão, e vi uma das torres do prédio indo pelos ares e despencando no meio da rua, onde abaixo havia um casal com sua filhinha. Logo meu corpo se moveu sozinho e empurrei o casal para a calçada porem não consegui afastar a criança, então agarrei e a protegi com meu corpo.

Senti os tijolos caírem aos montes em minhas costas, e quando pareceu-me que já haviam parado de cair, consegui ouvir o choramingo dela e perguntei se ela estava bem, e falei que já nos tirava dali. Eu já não possuía muita forca, porem usei o que me restava para levantar e tirar os tijolos que estavam acima de mim, e pude me ver coberto de sangue, porem o sangue era apenas meu, a criança estava ilesa, assustada, mas não tinha nenhum arranhão.

Os pais dela vieram junto com meu amigo baixote em minha direção, onde a mãe a agarrou, e o pai veio me abraçar, com lagrimas em seus olhos e agradecendo sem parar.

Demorou um tempo para eu consegui processar o que havia acontecido ali, quando meu amigo veio em minha direção falando.

 

¬ Você pode não saber quem é, ou da onde veio, mais eu sei o que você é.

 

Olhei assustado para ele, aguardando ansiosamente pela sua resposta.

 

¬ Você é rápido como um cavalo e forte como um boi, e agora o nosso novo herói.

 

Sorri para ele enquanto recebia um caloroso abraço da menina que salvara.

 

¬ Meu caro, a vida te deu uma segunda chance, você é um pergaminho em branco, pronto para ser preenchido. – Falando com orgulho como se estivesse falando de seu próprio filho.  

 

Entrei no restaurante ao meio de aplausos e olhares suspeitos. Sentei-me junto com meu amigo baixote que não parava de sorrir e acenar para conhecidos e apontando para mim.

 

¬ Rapaz você se tornou uma celebridade por aqui, não que não tivéssemos heróis poderosos por aqui, mas nenhum estava no lugar certo, na hora certa. Então o que pretende comer?

 

Eu continuava tentando entender o que havia acontecido a alguns instantes, não conseguia entender como fui parar embaixo dos entulhos e por Deus nem como fui parar nessa cidade, minha mente estava totalmente perdida, não sabia nem o que poderia ou deveria comer.

¬Vejo que continua confuso e boquiaberto meu caro amigo….

 

 

Comentários
  1. duhmariah7 diz:

    que fera manoooo’ to logo pra ler o resto do livro… kurti pakas.. parabens msms velho.. muito boom’

  2. fabi diz:

    Muito bom !!! Quero ler logo a continuacao dessa historia, onde um moço desconhecido de si proprio e em mundos diferente ,,,muito bom

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